segunda-feira, 14 de março de 2011

02:17 AM

Sábado, 12 de março de 2011. Um quarto, um sofá, um café, um canivete e uma música agitada que atiça para o pecado, diminui sentimentos, e consequentemente eleva a razão e a inteligência. Esta é a situação perfeita para organizar pensamentos. Um turbilhão de pensamentos.
A ilusão de pensar estar no caminho certo, ter encontrado rumo, não pertence à ela. Ela está perdida pra sempre, e é esse o seu destino. Ela sempre pensou, fazer seu caminho, independente de qualquer força superior. Para ela, a rotina é azeda, sua personalidade exagerada sempre foi prejudicial. Sua sede por desafio, sempre foi insasiavel.
E seus medos, ela nunca encontrou.
Todos à sua volta eram como bonecos, alguns frágeis, alguns resistentes, mas todos totalmente manipulaveis. Só lhe faltava habilidade para fazer.
O caminho em que está, terá um fim polêmico, e já teve pequenas provas disso. É uma pessoa odiada a primeira vista, rejeitada a primeira vista, ela é alvo de críticas.
Sem ter nascido com a "benção" da psicopatia, precisa se esforçar para vencer o envolvimento, tudo precisa ser calculado. Desde um simples "oi", para entender a grandeza da intensidade.
Engana a si mesma que consegue ser fria o tempo todo, que aquele alguém com quem se dá bem não importa, e que se for embora, não fará falta alguma.
E agora, bom, agora o café esfriou.