Hoje é dia dos amigos, e eu olho ao meu redor e vejo que a matemática conspira contra mim e ao mesmo tempo a meu favor. Por ventura, hoje está chovendo bastante, e quem já leu algum outro post desse blog, sabe que a chuva, mesmo sem querer, me toca de uma maneira incrível. Pois bem, é um ''Dia dos amigos'' chuvoso, o que está me fazendo analisar minhas ''amizades''. Talvez a minha mãe esteja certa, quando diz que eu não combino com certas pessoas, o que ela não me disse é que eu não combino com ninguém, pelo menos não por muito tempo. Vou explicar a matemática da história, diariamente penso em pessoas que dizem ser minhas amigas, e o problema nisso é que eu acredito. Já pensei que poderia ser imaturidade, futilidade, talvez meu erro, seja ser livre de preconceitos e sempre entender o lado das pessoas, sem dar importância para o meu lado. A maioria dos amigos que tive me consideram inimigos hoje, e o porque ninguém quer me contar.Mas agora, de uma coisa eu tenho certeza, as pessoas gostam da falsidade, é só você dizer o que elas querem ouvir na frente delas, mesmo que não seja o que você pensa, e depois falar horrores nas costas, que elas vão te amar. As pessoas mais fúteis, falsas, maldosas e patéticas que eu conheço são as que tem o maior número de amigos. Eu sei, que não é a quantidade que importa, já me disseram isso, mas quem não queria ter vários amigos? Quem não se abala quando está triste e ninguém se importa? Por mais forte que eu aparente ser, é amigos de verdade que eu quero, e se não bastasse, quero que essa gente patética que eu citei antes fiquem sozinhos. Ah, não é maldade, nem vingança, é justiça, eu não vivo pra mim, eu vivo pro mundo, com o mundo, e me importa sim o que acontece ao meu redor.
Mas enquanto isso não acontece, oque eu faço? Trato como prioridade quem me trata como opção, como já estou fazendo? Passo uma borracha em todas as lembranças ruins que tenho? Ou simplesmente deixo as coisas acontecerem? Ah, esqueci que sou contra essa teoria.